vontade de chegar devolta
e contar as novidades
omitindo as infelizes frustrações
estou e sou só quando escrevo
largo o lápis e não existo
onde haverá um branco sem linhas
para me preencher de tão expontâneo
não abandono a espera nem sendo
maior do que a causa
o que há de vir, virá
tão estabelecido quanto indeterminado
do curto tempo que nos tem no entanto
e agora como voltar ao normal
te olhar sem te ver como quero
por pura e simples chantagem passada
lembrança esquecida do que seria
inconteste restrita ao todo como parte
e perco denovo, passa parto
perto da negação, do cúmulo da ausência
repúdio merecido por qualquer infeliz
merecedor maior do silêncio subto
que em seis letras me tortura o aperto
e em nenhuma me sentencia solidão
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eu mandei esse pro jornal do centro academico…