digo não a diletância do se
entre indiferenças
há mais do que carência [de diálogo]
entre contrapontos
ainda há
por mais que não tão claro expresse
não escrevo, espero, nem rascunho
uma linha se quer, não adianta
esquecer já sei que não vou
impossível, fora de cogitação
o que pensa achava de ser bom ou ruim
se me serve em tempo, abro mão
lembram me de noites tão claras
que ofuscam até tirar o sono
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esse poema eu escrevi entre o dce da ufpr e a casa de estudante, uma experiencia rejuvenecedora no qual eu sou muito agradecido