digo não a diletância do se
entre indiferenças
há mais do que carência [de diálogo]
entre contrapontos
ainda há
por mais que não tão claro expresse

não escrevo, espero, nem rascunho
uma linha se quer, não adianta
esquecer já sei que não vou
impossível, fora de cogitação

o que pensa achava de ser bom ou ruim
se me serve em tempo, abro mão
lembram me de noites tão claras
que ofuscam até tirar o sono

-

comentar

Arthur SouzaArthur Souza 1185514440|%e %b %Y, %H:%M %Z|agohover

esse poema eu escrevi entre o dce da ufpr e a casa de estudante, uma experiencia rejuvenecedora no qual eu sou muito agradecido

last edited on 1185516213|%e %b %Y, %H:%M %Z|agohover by Arthur Souza + show more
unfold by Arthur SouzaArthur Souza, 1185514440|%e %b %Y, %H:%M %Z|agohover
Add a new comment

-

rating: +1+x

-

Voltar ao Arquivo

page_revision: 2, last_edited: 1185504922|%e %b %Y, %H:%M %Z (%O ago)
Unless otherwise stated, the content of this page is licensed under Creative Commons Attribution-ShareAlike 3.0 License