Arquivo de Poesia

quem sabe um dia eu pense em por ordem nisso aqui…
por enquanto ficam os poemas…

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em tempo...

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tenho você em mim...

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vivendo de museu...

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sobre aprendizado...

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olho o tempo passar nas nuvens...

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compensam os inúmeros degráus...

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gerações se esbarram...

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porque não consigo dormir...

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quem me dera o dia inteiro...

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desertação...

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a fulga que em opções se declara...

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vivo um sonho...

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digo não a diletância do se...

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esse seu jeito de dizer...

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vontade de chegar devolta...

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avaliava ser a distancia melhor...

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agora sei no entanto...

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digo-te que o que mais considera...

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sem nem te conhecer meu amar-te...

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agora mereço um caso...

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não me culpo nem lamento...

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não há desconforto maior...

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aumenta o contingente...

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lá fora uma chuva densa e fina...

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tudo me lembra alguém...

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sabia ser acertada...

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nesse meio algo assim...

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poderia elencar mil exemplos...

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ansiedade...

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não consigo largar o papel...

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como que todos têm um algo...

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não me apego ao quanto de que há em ti...

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retomo a alegria de outrora...

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claro que resultados...

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por cada gota que escorre a cada dia...

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exalto o mérito de teu cansaço...

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desencontro apurado...

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o que há em mim que não lhe deixa fugir...

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nossa cara virtude é rara...

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como sei pouco importa...

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não poderia começar melhor...

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antes que o faça...

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são cerca de três horas...

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queria que esses versos...

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quando atenção para mim encontrar...

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quem me dera um dia inteiro...

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todas as pestes...

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renegam-me diariamente...

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isto que vejo...

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minha vida é tão perfeita...

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se a ti constrange...

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erro

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peço lhe perdão...

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poema de merda

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queria ser a lágrima...

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primeira vez

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entendendo o outro lado

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não sirvo para ser no singular...

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fração nenhuma contempla...

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minha vez de sair...

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aguçaram-me o bom senso...

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aguardo um instante de inexistência...

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com você só quero estar...

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rabisco em vão...

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de tão vazio...

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fecho os olhos e calo...

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há de chegar o dia...

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só o que me resta e esvaziar a minha mente...

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durmo...

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é sempre assim...

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o céu, o mar, o sol e as estrelas...

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nada por si só me contempla...

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a flecha que atiraste contra meu peito...

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constato minha insignificância perante quem amo...

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para que valor, se há algo que um dia que vale a pena julgar...

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que seria de mim se não fosse poesia...

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em tempos de extremos que não seja eu o moderado...

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queria explicar mas não...

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cale a boca...

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não tenho nem quero ter...

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aquele torpor que me nutre e sustenta...

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