quem sabe um dia eu pense em por ordem nisso aqui…
por enquanto ficam os poemas…
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olho o tempo passar nas nuvens...
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compensam os inúmeros degráus...
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a fulga que em opções se declara...
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digo não a diletância do se...
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avaliava ser a distancia melhor...
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digo-te que o que mais considera...
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sem nem te conhecer meu amar-te...
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lá fora uma chuva densa e fina...
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poderia elencar mil exemplos...
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não me apego ao quanto de que há em ti...
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retomo a alegria de outrora...
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por cada gota que escorre a cada dia...
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exalto o mérito de teu cansaço...
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o que há em mim que não lhe deixa fugir...
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quando atenção para mim encontrar...
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quem me dera um dia inteiro...
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não sirvo para ser no singular...
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aguardo um instante de inexistência...
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só o que me resta e esvaziar a minha mente...
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o céu, o mar, o sol e as estrelas...
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nada por si só me contempla...
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a flecha que atiraste contra meu peito...
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constato minha insignificância perante quem amo...
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para que valor, se há algo que um dia que vale a pena julgar...
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que seria de mim se não fosse poesia...
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em tempos de extremos que não seja eu o moderado...
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aquele torpor que me nutre e sustenta...
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