a fulga que em opções se declara
em não escolhas se recusa, calada
a forma mais ampla de restrição
ao que questionar-me desconstroi-se
só aceita legítima própria liberdade
e meu direito de querer fazer parte
não reproduzo a origem de tal absurdo
só me recolho a insignificância desse impasse
que em verso venho dialogar
sou confiante, não preocupo-me em premeditar
em síntese, a tese que defendo é tão boa
que não há como não prever
minha avaliação é clara
tudo tem seus dois lados
quem vive só em um
morre buscando nele
o que não venha talvez
ter sentido por si só
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a ideia original que eu tive ao poema talvez não seja fiel a realidade, isso eu ainda não comprovei. juro que comento novamente quando for ou não.